
Nascida na cidade de Maringá no dia 9 de maio de 1984, Natália se interessou por esportes depois de ver Aurélio Miguel conquistar a medalha de ouro nos Jogos de Seul, em 1988.
Neste sábado, Natália conquistou a primeira medalha do país na modalidade nos Jogos ao vencer a sueca Karolina Kedzierska, por 5 a 2, numa das disputas do bronze na categoria acima de 67 kg, em Pequim.
No entanto, a paranaense não sabia em que modalidade competir. Antes de escolher o tae kwon do tentou o handebol, e mesmo depois de começar a lutar pensou em migrar para o tênis, mas acabou desistindo.
A escolha pelas artes marciais aconteceu por acaso: em 1998, depois de acompanhar uma amiga a um treino, se interessou pelo esporte e ouviu do treinador que se dedicasse ao tae kwon do conquistaria o título mundial em dois anos.
A promessa do técnico se concretizou, e, em 2000, Natália subiu ao lugar mais alto do pódio logo em sua primeira competição internacional: o Campeonato Mundial Júnior, na Irlanda.
A partir daí, a conquista de grandes títulos foram constantes na vida da paranaense. Em 2001, ela foi campeã brasileira e ficou com o bronze no Mundial.
Em 2003, conquistou o bicampeonato nacional e ficou com a medalha de prata nas Olimpíadas Universitários, além de conquistar os Jogos sul-americanos da modalidade.
No ano seguinte, além da conquista de mais um Brasileiro, ela apareceu para os brasileiros após o quarto lugar nos Jogos de Atenas-2004.
Mas sua consagração internacional aconteceu mesmo em 2005, quando faturou o Mundial adulto, disputado em Madri (ESP).
No ano passado, Natália ficou com o bronze no Mundial de Pequim, mas amargou a prata nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro ao ser derrotada na final pela mexicana María do Rosário Espinoza.
Agora, com a medalha de bronze em Pequim, a paranaense prova que seu nome tem de figurar em qualquer lista dos atletas mais importantes do País.
Neste sábado, Natália conquistou a primeira medalha do país na modalidade nos Jogos ao vencer a sueca Karolina Kedzierska, por 5 a 2, numa das disputas do bronze na categoria acima de 67 kg, em Pequim.
No entanto, a paranaense não sabia em que modalidade competir. Antes de escolher o tae kwon do tentou o handebol, e mesmo depois de começar a lutar pensou em migrar para o tênis, mas acabou desistindo.
A escolha pelas artes marciais aconteceu por acaso: em 1998, depois de acompanhar uma amiga a um treino, se interessou pelo esporte e ouviu do treinador que se dedicasse ao tae kwon do conquistaria o título mundial em dois anos.
A promessa do técnico se concretizou, e, em 2000, Natália subiu ao lugar mais alto do pódio logo em sua primeira competição internacional: o Campeonato Mundial Júnior, na Irlanda.
A partir daí, a conquista de grandes títulos foram constantes na vida da paranaense. Em 2001, ela foi campeã brasileira e ficou com o bronze no Mundial.
Em 2003, conquistou o bicampeonato nacional e ficou com a medalha de prata nas Olimpíadas Universitários, além de conquistar os Jogos sul-americanos da modalidade.
No ano seguinte, além da conquista de mais um Brasileiro, ela apareceu para os brasileiros após o quarto lugar nos Jogos de Atenas-2004.
Mas sua consagração internacional aconteceu mesmo em 2005, quando faturou o Mundial adulto, disputado em Madri (ESP).
No ano passado, Natália ficou com o bronze no Mundial de Pequim, mas amargou a prata nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro ao ser derrotada na final pela mexicana María do Rosário Espinoza.
Agora, com a medalha de bronze em Pequim, a paranaense prova que seu nome tem de figurar em qualquer lista dos atletas mais importantes do País.
Fonte: Estadão.com.br
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